Subjetivo
(Eldo Durães de Souza)
Viva a razão
diz a sociedade;
morre a paixão,
impera a impiedade
e no coração
persiste a necessidade.
É tudo vão
diz o covarde
mas não é não.
É o que diz o verdade:
Viva o amor
viva a alegria
pois se há noite,
há também dia.
Pode haver dor,
sempre haverá poesia;
é que há um grito no peito:
viva o amor
e abaixo o preconceito!
Mas a sociedade
hipócrita e indiferente
joga na cara da gente:
"Não à sinceridade"!...
e sempre busca um jeito
de obstar o amor
com um viva ao preconceito.
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